Dirigido por: Pedro Amorim
Com: Danton Mello, Dani Calabresa, Antonio Tabet e
outros
Gênero: Comédia
Nacionalidade: Brasil
Um título pouco
sugestivo que não atrai grandes olhares. Um elenco sem brilho, cuja maior
atração talvez seja Antonio Tabet pela sua atuação de “Gorilão da Bola Azul”
Apesar de tudo que possa apitar contra, Superpai
é o suficiente para se tolerar até o fim.
Não é tão engraçado, e
pode ser bastante previsível, mas de vez enquanto é possível se render a alguns
risos. A história, por mais que seja bastante absurda, é engraçada. Existe
algum humor por trás de uma trama de um pai que não consegue reconhecer seu
próprio filho e tem que buscá-lo por todo o Rio de Janeiro. No entanto a
quantidade de absurdos embebida na trama é tamanha que deixa de ser engraçada e
passa a ser revoltante.
A atuação de Danton
Mello é discreta como sempre, vivendo a sombra de seu irmão que é, disparado,
mais engraçado e melhor ator. Dani Calabresa foi, simplesmente, Dani Calabresa.
Nada de novo. Ao que parece a “comediante” não consegue fazer graça com nada
além de seu próprio corpo. Antonio Tabet apenas repetiu o que já faz na porta,
sem muito brilhantismo, mas com naturalidade em fazer humor. A única diferença
está nos roteiristas. Enquanto na Porta
dos Fundos, ele conta com Fábio Porchat, Gregório Duvivier e outros grandes
roteiristas, em Superpai, não sobrou
muita graça para o “Kibe”..jpg)
Os outros atores do
elenco se resumem a comediantes sem graça ou, como é o caso de Mônica Iozzi,
participações irrelevantes.
Eu esperava que, quando
fosse fazer a primeira crítica do Cinema Mudo de um filme nacional, eu pudesse
dizer que é bobagem o que dizem do cinema brasileiro ser ruim, mas seria
incoerente dizer isso de Superpai.
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