11 de março de 2015

Kingsman: O Serviço Secreto

Lançamento: 05⁄03⁄ 2015
Dirigido por: Matthew Vaughn
Com: Colin Firth, Samuel L. Jackson, Taron Egerton e outros
Gênero: Ação , Espionagem
Nacionalidade: Reino Unido

Espionagem não é o tema mais original das telonas. Muitos já fizeram, muitos já tentaram. Além dos clássicos como James Bond, tem sido comum temáticas semelhantes, como por exemplo s participação da SHIELD nos filmes da Marvel Studios. Kingsman é, acima de tudo, uma grande mistura. Se por vezes parece que vamos cair em uma adaptação dos Cavalheiros da Távola Redonda, por hora podemos nos encontrar vendo “Os Vingadores” ou até “Noé” até que, por fim, nos deparamos com “O Iluminado”.

Como a maioria dos filmes de ação, temos que aceitar que os personagens representados podem contrapor a lógica e até mesmo as leis da física. Os Agentes do Kingsman não são diferentes. Não é um filme voltado a um treinamento para espião e também não é um filme voltado a vida pessoal de um agente secreto. A fórmula do filme foi acertada. Sem muitos rodeios, só a história, bem organizada.

O maior defeito do filme está na escalação do elenco. É aceitável que tenham tentado chamar atores de peso para atraírem a atenção do público, contudo, Samuel L. Jackson está longe de ter tido uma boa atuação. Com um personagem demasiadamente caricato e pouco convincente, não conseguiu empolgar no papel. Se Valentine (personagem vivido pelo ator) deveria possuir um problema de dicção, a impressão que Jackson passou foi a de ter cometido erros durante a gravação, não convenceu.

Apesar de uma atuação ruim, seu personagem contava com um roteiro bem engraçado, que acabava por esconder a sua falha como ator por detrás de piadas engraçadas e de um filme simples. Kingsman é a prova de que há sempre uma forma de fazer o mais do mesmo soar diferente. Piadas novas, uma história simples e um conjunto que favoreceu a obra.


O filme é elegante, sem efeitos megaelaborados, e guardou suas surpresas para os momentos certo. Soube escolher uma trilha sonora para os combates e acertou na pitada de violência que a obra pedia. Nem muita nem pouca violência.


Nenhum comentário:

Postar um comentário