Dirigido por: J.J.
Abrams
Com Daisy Ridley, John
Boyega, Adam Driver e outros
Gênero: Aventura , Ação
, Ficção científica
Nacionalidade: EUA
Há muito tempo, numca
galáxia distante, Rey (Daisy Ridley), uma catadora de um planeta desértico,
conhece Fynn (John Boyega), um stormtrooper foragido e um pequeno dróide
chamado BB-8, que guarda um importante mapa que contém, nada mais nada menos,
que a localização de Luke Skywalker (Mark Hamill), o último jedi. Seguindo o
trabalho de George Lucas, a Disney apresenta o primeiro dos novos episódios de Star Wars.
O filme é completamente
feito para fãs. J. J. Abrams resgata todo o universo de Lucas com uma maestria
fenomenal. Ao contrario do que foi tentado na segunda trilogia da série, Star Wars: O despertar da força não
apela para a modernidade, mas resgata a magia dos efeitos visuais práticos e
das fantasias de espuma, utilizando muito pouco de efeitos gráficos e de
recursos mais modernos. Ainda no espírito de resgate da trilogia clássica, a
nova estrela da morte (batizada de Starkiller,
nome que, supostamente seria o sobrenome de Luke, em detrimento de Skywalker) é
um modelo rudimentar, um dos primeiros esboços que originariam a estrela da
morte clássica.
Os novos personagens
são excelentes. Abrams conseguiu levar para o cinema o que todos os fãs sempre
quiseram: uma história com uma protagonista feminina e um stormtrooper. Quer
algo mais emocionante? Rey e Fynn são a representação dos fãs no universo novo.
Como nós, eles se animam e se empolgam com as coisas antigas que retornaram
para a nova trilogia. Além deles, temos o vilão Kylo Ren (Adam Driver) um
personagem como há muito não se via. Ao contrário do que Lucas tentou fazer na
segunda trilogia, Kylo Ren é uma representação do mal, um garoto mimado que não
sabe o que está fazendo. Totalmente Star Wars!
A integração dos
personagens antigos também é muito sutil. A forma como são colocados é perfeita
e não estão ali para “roubar a cena”. Abrams conseguiu abraçar o público de fãs
e, ao mesmo tempo, apresentar a trilogia clássica para um novo hall de
espectadores que vão se interessar por este novo filme e certamente procurar
pelos filmes mais antigos.
Chegamos então a uma
faca de dois gumes: Star Wars: O
despertar da força é um filme que repete momentos da trilogia clássica. Um
problema? Lógico que não. Este filme tinha como objetivo fazer dinheiro e
empolgar os fãs. Cumpriu o seu papel. Que fique para os novos filmes a
responsabilidade de fazer coisas diferentes, que este repita mesmo as situações
clássicas e fale com a memória dos fãs antigos.
Logicamente, por fim, a
melhor coisa do filme. BB-8. É certo que Star Wars sempre foi bom em construir
bons personagens robôs. C3PO-4 e R2-D2 já eram marca registrada de Lucas, e
agora, BB-8 prova que é o dróide que o retorno da saga pedia. A capacidade e
criatividade de Abrams foi vital para a criação do dróide. Interpretado por
comediantes, BB-8 é o personagem que mais emociona o público, tornando-se tão
humano que é possível entendê-lo e até mesmo ouvi-lo dizer algumas frases.
Star Wars voltou com
tudo, o filme que todo fã esperaria ver no cinema!



Nenhum comentário:
Postar um comentário