20 de agosto de 2015

Missão Impossível: Nação Secreta

Lançamento: 13/08/2015
Dirigido por: Christopher McQuarrie
Com Tom Cruise, Jeremy Renner, Simon Pegg, Rebecca Ferguson e outros
Gênero: Ação, Espionagem
Nacionalidade: EUA

Este é o quinto filme da franquia Missão Impossível, e ainda protagonizado por Tom Cruise. Desta vez, após algumas investigações e cruzamentos de informações, Ethan Hunt (interpretado por Tom Cruise), descobre provas da existência do Sindicato, um grupo secreto responsável por atos terroristas e conspiratórios de larga escala.

Porém, antes que qualquer investigação possa ser aprofundada, a agência americana de espionagem IMF (Impossible Missions Force) é forçada pelo governo e por Alan Hunley (interpretado por Alec Baldwin) a ser dissolvida pelo governo, devido a seus resultados não muito satisfatórios. Seus integrantes se dividiram em integrar-se a CIA ou debandar. O pior restou para o protagonista, que passou a ser alvo da CIA. Assim, Ethan Hunt passa a viver recluso, sempre em constante fuga e nunca passando muito tempo no mesmo lugar, além de ainda obcecado em encontrar e deter o Sindicato, mesmo que para isso tenha que se aliar a Isla Faust (interpretada por Rebecca Ferguson), o novo interesse romântico do protagonista neste filme, que apesar de ser uma agente inimiga, possui seus próprios interesses e objetivos mais tarde esclarecidos na trama, bem como seu lado no confronto.

Infelizmente neste filme os coadjuvantes parceiros de Ethan: William Brandt e Luther Stickell (interpretados por Jeremy Renner e Ving Rhames respectivamente) não possuem grande participação, nem em cenas de espionagem e nem de ação. Pelo contrário, Benji Dunn (interpretados por Simon Pegg) se faz bem presente e necessário na trama. Mas como é de se imaginar, todos os holofotes estão voltados para Tom Cruise, que prova mais uma vez não estar velho ou fora de forma para filmes do gênero. Suas cenas de ação são incríveis e tornam-se ainda mais admiráveis quando se descobre que não foram usados dublês para ele.

Como é de se esperar, os efeitos especiais (apesar de não serem muitos) não deixam a desejar na produção, fazendo jus ao esforço dos atores para deixar o filme mais crível.

A história é bem desenvolvida e é capaz de capturar sua atenção facilmente. Ela conta com os clássicos aparatos de espionagem sempre tão bem elaborados e portadores de tecnologias curiosas, mas também acompanha cenas clichês e em alguns momentos previsíveis. O filme num todo se sai muito bem, porém não possui nada novo ou cativante em suas características clássicas, fazendo com que seja mais um entre muitos do gênero e de fácil esquecimento.


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