Com o início da
produção de Capitão América – Guerra Civil,
algumas notícias exaltam os olhos dos fãs. Particularmente, o que mais me
intrigou foi a presença de William Hurt no elenco da produção. Hurt voltaria
para viver o papel do General Ross, como visto em O Incrível Hulk (2008). Baseado nisso, fui me informar dos eventos
da Guerra Civil e ler a história para poder desvendar os mistérios que
apareciam.
Em Guerra Civil, Tony Stark e Steve Rogers lideram duas equipes que
diferem em posicionamentos políticos. A equipe do Homem de Ferro apoia a lei de
Registro de Super-Heróis enquanto o Capitão América defende a liberdade e
autonomia da classe. Durante o combate, percebemos uma certa deslealdade de
forças. Enquanto Stark tem muito mais poder tecnológico, político e econômico,
Steve conta apenas com a sua ideologia e sua garra no combate. Nos quadrinhos,
podemos notar que, apesar da aparente injustiça, os ideais são muito fortes na
Resistência, promovendo um combate menos injusto. No entanto, Stark ainda tem
surpresinhas.
Uma das armas do Homem
de Ferro contra os não-registrados é um clone do Thor, desenvolvido pela equipe
de cientistas que está do lado do herói. É importante frisar que Hank Pym e
Reed Richards estão deste lado, ou seja, as maiores mentes científicas do
Universo Marvel estão do mesmo lado, desenvolvendo armas contra o Capitão
América. O Thor de verdade fica ausente do conflito, pois está enfrentando o
Ragnarok em Asgard, no entanto, o clone feito a partir de uma amostra do seu
cabelo, é responsável por desequilibrar a balança, causando a morte do Golias e
mostrando o poder da equipe de Tony Stark.
Outra arma da equipe
Pró-Registro é o Projeto Thunderbolt. Os Thunderbolts são um grupo de heróis
que já mudou de formação algumas vezes, mas tem por característica reunir anti-heróis
e vilões em missões mais perigosas e com uma postura mais tática. Na Guerra
Civil, os Thunderbolts são um grupo de vilões “regenerados” que apoiaram a lei
de Registro e são recrutados pela SHIELD como uma espécie de “Esquadrão Suicida”
da Marvel.
Voltando ao filme Capitão América – Guerra Civil, acredito
que seria impossível vermos essas duas armas na mão de Tony Stark durante a
produção. Primeiramente, não seria conveniente a Marvel trabalhar mais uma vez
com Inteligência Artificial, ou seja, acho difícil vermos o clone do Thor na
produção. Sem falar que isso seria queimar um filme com Chris Hemsworth, o que
acredito que não será feito. Segundamente, a Marvel ainda não apresentou vilões
o suficiente para um projeto Thunderbolt. Sem falar que os vilões apresentados
não se encaixam no perfil da equipe. Loki como Thunderbolt? Não faz sentido
algum.
Eis que então vem a
minha teoria, uma possibilidade de a Marvel criar um “Projeto Thunderbolt” no
cinema. Lógico que seria mantido apenas o nome, como um Easter Egg para os fãs.
A equipe não deve aparecer mesmo. No entanto, seria interessante se o Projeto
Thunderbolt fosse uma arma que trabalha com a recriação de um super-herói
imensamente forte no Universo. Que herói seria esse? Hulk. Não o Hulk do Bruce
Banner. Tony Stark tentaria resolver o problema da falta de controle do Gigante
Esmeralda, de forma que, quando fosse criar o seu super-herói, tentaria criar
um Hulk que pudesse ter consciência própria e que fosse obedecer a lei
anti-Registro, além de resistir contra os poderes da Feiticeira Escarlate (que
deve se unir a Resistência).
Sendo assim, ninguém melhor
para o cargo do que o General Ross, um homem que possui obediência militar, e
que saberia receber ordens, além de ser alguém que já tem histórico na
tentativa de replicação do Hulk. Desta forma, acredito que a presença do
General estaria justificada dentro do contexto do filme e seria uma arma
poderosa ter o Hulk Vermelho (ou Rulk) do lado do Homem de Ferro. Afinal, o
confronto no cinema deve ser desigual, para mostrar o poder de vilão de Tony
Stark, já que se trata de um filme do Capitão América.


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