20 de agosto de 2015

Uma teoria de CAPITÃO AMÉRICA - GUERRA CIVIL

Com o início da produção de Capitão América – Guerra Civil, algumas notícias exaltam os olhos dos fãs. Particularmente, o que mais me intrigou foi a presença de William Hurt no elenco da produção. Hurt voltaria para viver o papel do General Ross, como visto em O Incrível Hulk (2008). Baseado nisso, fui me informar dos eventos da Guerra Civil e ler a história para poder desvendar os mistérios que apareciam.

Em Guerra Civil, Tony Stark e Steve Rogers lideram duas equipes que diferem em posicionamentos políticos. A equipe do Homem de Ferro apoia a lei de Registro de Super-Heróis enquanto o Capitão América defende a liberdade e autonomia da classe. Durante o combate, percebemos uma certa deslealdade de forças. Enquanto Stark tem muito mais poder tecnológico, político e econômico, Steve conta apenas com a sua ideologia e sua garra no combate. Nos quadrinhos, podemos notar que, apesar da aparente injustiça, os ideais são muito fortes na Resistência, promovendo um combate menos injusto. No entanto, Stark ainda tem surpresinhas.

Uma das armas do Homem de Ferro contra os não-registrados é um clone do Thor, desenvolvido pela equipe de cientistas que está do lado do herói. É importante frisar que Hank Pym e Reed Richards estão deste lado, ou seja, as maiores mentes científicas do Universo Marvel estão do mesmo lado, desenvolvendo armas contra o Capitão América. O Thor de verdade fica ausente do conflito, pois está enfrentando o Ragnarok em Asgard, no entanto, o clone feito a partir de uma amostra do seu cabelo, é responsável por desequilibrar a balança, causando a morte do Golias e mostrando o poder da equipe de Tony Stark.

Outra arma da equipe Pró-Registro é o Projeto Thunderbolt. Os Thunderbolts são um grupo de heróis que já mudou de formação algumas vezes, mas tem por característica reunir anti-heróis e vilões em missões mais perigosas e com uma postura mais tática. Na Guerra Civil, os Thunderbolts são um grupo de vilões “regenerados” que apoiaram a lei de Registro e são recrutados pela SHIELD como uma espécie de “Esquadrão Suicida” da Marvel.

Voltando ao filme Capitão América – Guerra Civil, acredito que seria impossível vermos essas duas armas na mão de Tony Stark durante a produção. Primeiramente, não seria conveniente a Marvel trabalhar mais uma vez com Inteligência Artificial, ou seja, acho difícil vermos o clone do Thor na produção. Sem falar que isso seria queimar um filme com Chris Hemsworth, o que acredito que não será feito. Segundamente, a Marvel ainda não apresentou vilões o suficiente para um projeto Thunderbolt. Sem falar que os vilões apresentados não se encaixam no perfil da equipe. Loki como Thunderbolt? Não faz sentido algum.

Eis que então vem a minha teoria, uma possibilidade de a Marvel criar um “Projeto Thunderbolt” no cinema. Lógico que seria mantido apenas o nome, como um Easter Egg para os fãs. A equipe não deve aparecer mesmo. No entanto, seria interessante se o Projeto Thunderbolt fosse uma arma que trabalha com a recriação de um super-herói imensamente forte no Universo. Que herói seria esse? Hulk. Não o Hulk do Bruce Banner. Tony Stark tentaria resolver o problema da falta de controle do Gigante Esmeralda, de forma que, quando fosse criar o seu super-herói, tentaria criar um Hulk que pudesse ter consciência própria e que fosse obedecer a lei anti-Registro, além de resistir contra os poderes da Feiticeira Escarlate (que deve se unir a Resistência).


Sendo assim, ninguém melhor para o cargo do que o General Ross, um homem que possui obediência militar, e que saberia receber ordens, além de ser alguém que já tem histórico na tentativa de replicação do Hulk. Desta forma, acredito que a presença do General estaria justificada dentro do contexto do filme e seria uma arma poderosa ter o Hulk Vermelho (ou Rulk) do lado do Homem de Ferro. Afinal, o confronto no cinema deve ser desigual, para mostrar o poder de vilão de Tony Stark, já que se trata de um filme do Capitão América.


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