Lançamento: 03⁄ 09⁄
2015
Dirigido por: Calvito
Leal
Gênero : Comédia
Nacionalidade : Brasil
Hortência (Dani
Callabresa) é repórter de um telejornal em Nova Brasília que está prestes a
realizar seu sonho de ser âncora. Sempre cobrindo notícias “menos prestigiadas”,
ela vai disputar a vaga com Vanessa (Katiuscia Canoro), uma repórter de mais
renome e prestígio, favorita para o cargo. As coisas mudam quando Hortência e
seus dois amigos Eric (Danton Mello) e Ramon (Rodrigo Sant’anna) resolvem criar
uma história fictícia para ajudá-la a vencer a disputa. Os amigos criam então o
“Assassino dos Provérbios”, um serial-killer que prepara suas vítimas de acordo
com provérbios.
Com um elenco como
este, não poderia se esperar uma comédia divina. Dani Callabresa é terrível
como comediante e o fato de ela não ter estragado a dublagem de Divertida Mente ou de não ter
comprometido em Superpai não a coloca
como uma boa atriz. Sua atuação é péssima e puramente inexpressiva. Sua
personagem além de infame não tem o menor esboço de humor ou de expressividade.
Katiuscia Canoro entra no mesmo barco. A única diferença entre as duas é que
Katiuscia conseguiu estragar a dublagem de Divertida
Mente, mas, ao que parece, como atriz, é pouco melhor que Callabresa, mas
ainda assim, não consegue fazer rir.
Rodrigo Sant’anna nunca
teve graça. Por um passageiro momento conseguiu alguns admiradores no Zorra Total,
mas, tão logo foi vista a sua graça e ela já sumiu. Desde então, a carreira do
ator se resume às suas aparições deprimentes que a Globo tenta empurrar goela
abaixo dos espectadores. No filme, não decepcionou, foi o desastre que prometia
ser, como de costume. Já o ator Danton Mello tem que tomar cuidado por onde
anda. O filme Superpai já demonstrou
que tipo de “comédia” o ator vinha se metendo e, desde então, vem integrando o
hall de maus comediantes junto com seus companheiros de filme já citados.
O roteiro da produção é
bem medíocre. Não bastava a história estapafúrdia que tentaram empurrar, as
piadas são de pouquíssima graça (para não dizer de nenhuma) e ainda incluem
algumas [tentativas] de crítica político-social, muito mal executadas. Nada de
se surpreender. Como já deixei claro em
posicionamento aqui diversas vezes, o
maior problema da indústria cinematográfica brasileira é não saber que tipo de
filme produz, assim sendo, A Esperança é
a última que morre é mais um besteirol que se diz ser comédia, mas está bem
longe do gênero.
Por fim, reservei
algumas observações quanto à trama. Não é de meu feitio comentar fatos da
história, mas, como não recomendo que ninguém veja o filme, farei os comentários
que me cabem. No entanto, se algum aficionado quiser se “surpreender” com a
trama, recomendo que finde aqui a sua leitura.
Bem, eles cometeram um
crime certo? Violação de cadáver e mais uma série de crimes que não me cabe
enumerar. Eis que então o filme anuncia “seis meses depois” e então o trio
principal tem uma funerária famosa. Como assim? Os dois homens que participaram
de uma tentativa de homicídio são recolhidos por muito tempo e os três que
cometem uma série de crimes passam seis meses em serviço comunitário? Queridos,
isso pode ser até Brasil, mas falta muito cacife para que os três sejam livres
de uma pena tão grave. Espero apenas que isso seja mais uma das piadas ruins do
filme, porque se for uma conclusão lógica, tenho medo do que esse pessoal possa
vir a aprontar novamente. É a pior comédia brasileira dos últimos tempos (pior
até que Copa de Elite).





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